sexta-feira, 25 de julho de 2008

PIRATARIA:O LEGAL INLEGAL

Entende-se por pirataria a reprodução, venda e distribuição de produtos sem a devida autorização e o pagamento dos direitos autorais. É uma prática muito utilizada na atualidade que provoca grandes prejuízos à economia do país.
Os produtos pirateados, além de serem diversificados, são financiados por máfias estrangeiras implantadas no país;os 'piratas'(vamos chama-los assim) produzem sapatos, roupas, óculos, brinquedos, perfumes, relógios, livros, peças automobilísticas, instrumentos cirúrgicos e principalmente cigarros, bebidas, cds e dvds.
Apesar de serem de procedência duvidosa, tais mercadorias podem ser produzidas de maneira a apresentar riscos à saúde.
Existem mercadorias nas quais foram encontradas substâncias cancerígenas em sua composição, produtos ainda que não oferecem resistência, como as peças de carro por exemplo, e ainda objetos que já estão estragados antes mesmo de serem comprados.
Existem pessoas que justificam a comercialização de produtos pirateados com o desemprego, o que é um erro, pois como já dito anteriormente a pirataria é financiada por facções criminosas e o consumo de tais produtos é a contribuição indireta para a marginalidade que permeia o país.
Há pessoas que discordam dessa colocação, mas se não fosse verdade, que motivos teriam as pessoas que comercializam pirateados de não terem um local fixo para manter tal comércio? E, por que precisam fugir da polícia quando esses se aproximam?(os famosos rappa q eu nome a banda tambem famosa O Rappa) A PIRATARIA É CRIME E PREVÊ PENA DE 4ANOS DE RECLUSÃO
Normalmente os produtos pirateados são consumidos por causa do seu baixo custo, cerca de 93% mais barato, porém tal consumo ilegal traz um PREJUÍZO APROXIMADO de 30 BILHÕES DE REAIS POR ANO.
Além do prejuízo na arrecadação de impostos, a pirataria ainda gera desemprego, problemas de saúde, rouba invenções e idéias de terceiros, pratica concorrência desleal e ALIMENTA O CRIME ORGANIZADO(Por sinal é a coisa mais organizada do país)
DIGAM NÃO AOS PIRATAS PELO BEM DA CULTURA NACIONAL

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Homenagem ao dia do ROCK 13/7

Ultimo Domingo foi o DIA MUNDIAL DO ROCK ou seja o 13de julho então ao invés de fazer uma postagem falando da história do rock vou postar uma entrevista realizada pela revista BIZZ em 1986 com um dos icones do rock nacional:
O maluco beleza nascido a 10mil anos atras Raul dos Santos Seixas mais conhecido como Raul Seixas ou simplesmente Raulzito
Vou postar 10perguntas e respostas dessa entrevista e no final deixar o link pra quem quiser ler a entrevista completa:

BIZZ - Você sempre teve fama de irresponsável. É uma injustiça?
Raul - Eu sou teimoso e todos querem que eu seja certinho. Eu não, sou chato mesmo, "mosca na sopa" até hoje. Sou mais anárquico do que irresponsável, mas sei jogar. Se você mover uma peça errada, dança... é difícil.

BIZZ - "Ouro de Tolo" aconteceu por causa deles(Ovinis), não?
Raul - A música rolou porque eu vi um disco voador. Foi um toque estranho mesmo, me senti impelido. Eu vomitei aquela música, não foi devagar não. Foi na Barra da Tijuca e durou uns dez minutos. E eu sou cético, agnóstico...

BIZZ - E o punk?
Raul - Também é moda, nada que atinja os alicerces do Sistema. O Sistema vai reverter e capitalizar em cima, se é que isso já não aconteceu...

BIZZ - Numa entrevista recente, você chamou os Paralamas de Parachoques do Fracasso. Por quê?
Raul - Foi uma brincadeira. Eu gosto deles sim, mas naquela linha que não é rock'n'roll. O que os conjuntos atuais precisam entender é que eles não têm de acompanhar o processo a que estão sendo induzidos inocentemente. Eles não têm uma estrutura sólida, estão aceitando ir com a corrente, totalmente disponíveis. Foi o que aconteceu com os hippies que, com o tempo, passaram até a comprar roupas "hippies" nas lojas do Sistema.

BIZZ - Qual seria a banda dos seus sonhos? Vale quem está vivo e quem já morreu. ..
Raul - Os Beatles, não tem papo, eles foram incríveis mesmo. E a banda que acompanhava Elvis em 54/55: Scotty Moore, Bill Black e DJ. Fontana. Bateria, baixo de pau e guitarra... só isso e os caras faziam a festa, incrível!

BIZZ - O "Rock das Aranhas" continua censurado?
Raul - Continua. Sabe o que eu tenho vontade de fazer? Um compacto com "Mamãe Eu Não Queria Servir o Exército" de um lado e "Rock das Aranhas" do outro. O problema é que um é da Som Livre e outro da CBS (canta "Mamãe Eu Não Queria..."). Sabe que é o maior sucesso quando eu toco isso? Todo mundo canta. E não toca no rádio.

BIZZ - Nas gravadoras a sacanagem sobrepuja a honestidade?
Raul - Sim. Eu pulei de uma para outra porque nunca tive controle, nem com quem falar. A Som Livre é a pior de todas...

BIZZ - Chegaram para você e literalmente mandaram embora?
Raul - "Literalmente" é choque no saco. Fui torturado mesmo no governo Geisel. Me pegaram lá no aterro do Flamengo, me botaram uma carapuça e fiquei uns bons três dias num lugar desconhecido. Aí vieram três pessoas: um bonzinho, outro mais inteligente - que faziam as perguntas - e um mais "agreste". Depois me colocaram num aeroporto e fui para Greenwich Village (bairro nova-iorquino).

BIZZ - Você não gosta de ninguém?
Raul - Gosto do Camisa de Vênus. A arte é o espelho social de uma época. As letras acabam inseridas dentro do ponto de vista está do que está acontecendo, tipo Nova República (risos). A TV Globo esses controla esses conjuntinhos todos.

BIZZ - Como era tocar rock nos anos 50?
Raul - A bossa nova surgiu junto com o cha-cha-cha, e o rock'n'roll, junto com uma influência do calipso. Era chique tocar bossa nova e o cha-cha-cha até que era permitido. O rock era outra história: eu tinha que ir até o clube das empregadas para dançar com elas. A empregada lá de casa era minha fã. Chegou uma vez para a minha mãe e disse que tinha dançado comigo. Minha mãe quase morreu... E eu ia dançar também com o pessoal da TR, uma transportadora de lixo. Era a moçada que curtia rock. A bossa nova era com o pessoal do Teatro Vila Velha. Na sociedade não se falava em rock, era coisa de empregada.

http://www.abril.com.br/noticia/diversao/no_288557.shtml

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Trilha sonora da brutalidade do RJ

Eu poderia fazer um puta post criticando a policia do Rio de Janeiro mais não vou fazer isso vou deixar que duas musicas falem por mim,duas musicas q resumem bem oq aconteceu no Rio de Janeiro:

Titãs-Policia
Composição: Tony Belloto
Dizem que ela existePrá ajudar!Dizem que ela existePrá proteger!Eu sei que ela podeTe parar!Eu sei que ela podeTe prender!...Polícia!Para quem precisaPolícia!Para quem precisaDe polícia...(2x)
Dizem prá vocêObedecer!Dizem prá vocêResponder!Dizem prá vocêCooperar!Dizem prá vocêRespeitar!...
Polícia!Para quem precisaPolícia!Para quem precisaDe polícia...(2x)


Veraneio Vascaina-Aborto Eletrico(banda q tinha Flavio Lemos,Fé Lemos e Renato Russo e com a separação desta banda surgiram o Cap.Inicial e a Leghião Urbana e o repertorio foi dividido entre essas bandas e essa ficou com o cap,inicial)

Composição: Flávio Lemos/Renato Russo

Cuidado, pessoal, lá vem vindo a veraneioToda pintada de preto, branco, cinza e vermelhoCom números do lado, dentro dois ou três taradosAssassinos armados, uniformizados

Veraneio vascaína vem dobrando a esquina
Porque pobre quando nasce com instinto assassinoSabe o que vai ser quando crescer desde meninoLadrão pra roubar, marginal pra matar
Papai eu quero ser policial quando eu crescer

Cuidado, pessoal, lá vem vindo a veraneio
Toda pintada de preto, branco, cinza e vermelhoCom números do lado, dentro dois ou três taradosAssassinos armados, uniformizados
Veraneio vascaína vem dobrando a esquina

Se eles vêm com fogo em cima, é melhor sair da frente
Tanto faz, ninguém se importa se você é inocente
Com uma arma na mão eu boto fogo no paísE não vai ter problema eu sei estou do lado da lei

Cuidado, pessoal, lá vem vindo a veraneio
Toda pintada de preto, branco, cinza e vermelho
Com números do lado, dentro dois ou três tarados
Assassinos armados, uniformizados

Veraneio vascaína vem dobrando a esquina
Veraneio vascaína vem dobrando a esquina
Veraneio vascaína vem dobrando a esquina